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Sem comando, sem capitão

Que Brasil é esse

Que nem liga para seu povo?

À chibata voltaremos!

Vai repetir? De novo?

Povo calado, mudo

Que vai tudo aceitando

Só olhando os números

Cada dia aumentando

Já ultrapassamos o limite

Estamos em outro patamar

O primeiro lugar no mundo

A covid vai ganhar

Já tomou a dianteira

Ninguém vai nos alcançar

Em mortes por covid

Somos primeiro lugar

Com um presidente e a família

Errado a ensinar

Mandando colocar a máscara

Em um outro lugar

Esse é o país

Ou esse país não é

Povo na chibata

Chinelo, debaixo do pé

O médico até tinha

Mas nada pôde fazer

Faltou oxigênio para salvar

Quem só queria viver

Lockdown tornou-se

Uma palavra popular

Mas poucos conseguem

Essa regra respeitar

E o inimigo invisível

Segue exterminando

Mais de duas mil vidas

Por dia vai ceifando

Jovens e crianças

Ele não mais respeita

A nova cepa agora

Tem essa classe eleita

E o inimigo invisível

Segue exterminando

E quem deveria tratar sério

Vai com a "gripinha" brincando

Até de maricas

O povo é chamado

E todos inertes

Aguentando calado

E o inimigo invisível

Segue a exterminar

Os números aumentando

Cemitérios a lotar

Até quando Brasil?

Iremos aceitar?

Um combatente sem ação!

A nos comandar?

Calados inertes, parados

Continuemos a esperar

Pelo menos a máscara e o gel

Possamos adotar

Se no alto nada fazem

Resta do alto esperar

A providência divina

Com a misericórdia contar

Nau perdida em alto mar

Sem comando, sem capitão

Remadas jogadas ao vento

Perdidas, em vão

Não podemos desistir

Continuemos a remar

Ele não abandonar os filhos

Só em Deus podemos esperar

Com fé e esperança

Do Poeta Jocimar.

 
 
 

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Jocimar Pereira Gomes

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